terça-feira, 19 de abril de 2011




Amar alguém que mora distânte é tão díficil, cansativo, angustiante… É triste olhar fotos, ouvir a voz e não poder tocar e ficar só imaginando. Querer dar carinho, beijos, abraços, saber como é o toque do outro e simplesmente não poder. Não é como pegar o carro e ir até ali. Não é simples assim. Estes amores envolvem tanta coisa, tanta dificuldade. Meses de tristeza, de vontade, desejo do outro. Doi deitar-se na cama e perceber que tua maior vontade era estar em volta dos braços do amado, sendo aquecida pelo teu calor. Dá aquela vontade de passar a noite em claro sussurrando um Eu te Amo em seu ouvido, ou fazendo cafuné em seus cabelos e simplesmente não poder por todos estes quilômetros e quilômetros que separam a tua física. Mas por outro lado, é tão bom, tão acolhedor, sincero… Aquela vontade de se ver, a persistência, as barreiras enfrentadas juntos… Ouvir aquele Eu te Amo quando menos se imagina, ligar o microfone e ouvir a voz do outro, ouvir os sons ao teu redor e perceber que sim, ele é real. Ele existe. Passar meses e meses pensando em como seria perfeito o dia que se vissem pessoalmente e de repente… este dia chega… Não pode existir algo melhor do que isso, é como se fosse um sonho mesmo.

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